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QUEM SOU EU?

Waleska Barbosa é filha de Maria e Manoel Barbosa e tem 11 irmãos. É mãe de Morena,  6 anos. Nasceu em Campina Grande-PB,  onde cursou Comunicação Social,  na Universidade Estadual da Paraíba. Desde 2000,  mora em Brasília,  cidade que ama. É onde se apaixonou por samba,  choro,  fez amigos maravilhosos e frequenta a cena cultural. Trabalhou em jornais impressos,  organismos governamentais e não governamentais,  geralmente ligados a temas sociais. Gosta de cantar e escrever. Tem o lema: a vida é agora!

05.08.2020

Ela me pergunta por novidades.

Nenhuma.

Marcamos novo horário. Para outra averiguação.

Eu invento que a novidade é estarmos bem. Vivas. Protegidas. E mais isso e aquilo.

Ou crio alguma teoria. Tempos assim não ter novidade já é uma. E das boas. Lembre-se que novidade nem s...

04.08.2020

O rádio fez uma enquete. O programa de rádio. Os locutores do programa de rádio. O que mudou em você? Ou algo parecido. Ou seria o que você aprendeu? Aprendeu algo novo?

Eram leves as respostas. Os aprendizados, pueris. Tornei-me uma verdadeira chef. Aprendi marcenaria...

11.07.2020

Quem convive com crianças já ouviu negativas – a tomar banho, por exemplo – sob o argumento da repetição. “Por que tenho que fazer isso hoje, se fiz ontem e vou fazer amanhã?”.

A nós a resposta parece de uma obviedade tão real quanto insana. Corresponde ao silêncio com...

07.07.2020

O problema era o frio.

Era o pé.

O problema era o frio no pé.

Foi ele que não me deixou me arranjar no amanhecer que tanto gosto e louvo. Hoje a doze graus. Ora, tinha conseguido dormir de meia noite às seis. Sem ser interrompida pelos fantasmas da madrugada. Este era o g...

06.07.2020

Tempo, me ensina a hora certa de chegar.

Foi no tempo que pensei. Ao acordar e ver uma mensagem pedindo para ser aceita, no modo privado do Instagram. Era da cantora (e mulher de tantos outros fazeres) Fernanda Porto. Trazia um arquivo de matéria que fiz sobre um show d...

03.07.2020

Ontem à noite senti medo.

Era madrugada já. E era madrugada porque eu tentava esticar o estar acordada. Desperta. De prontidão. Uma forma de lidar com o medo que já havia. Não adormecendo para que não me interpelasse de supetão. Acordada para alimentá-lo. Talvez.

Era a p...

18.05.2020

O som me acordou.

Aturdida. Entre o abrir os olhos. Bocejar. Tentar colocar os pensamentos em linha reta. Pensei que podia estar sonhando. Apurei os sentidos. Era verdade. O interfone tocava.

Fui pega de surpresa pelo estranhamento. Em época de isolamento social, aquele...

11.03.2020

As três primeiras letras da palavra Coronavírus são as mesmas que compõem a etimologia da palavra coração. Do latim cor, cordis. A semelhança acaba aí. Porque ao ser confrontado com o vírus, declarado como pandemia, o mundo tem se distanciado do sentido evocado quando...

10.03.2020

No caminho fui pensando na relação que tive com minha mãe, na infância. No que guardo desta relação e de tudo o mais – porque a minha memória não é das melhores. Fomos onze filhos e, mais tarde, doze. A tradição da época – o mais velho cuida do mais novo – foi seguida....

20.02.2020

O maior “se” que trago comigo diz respeito à morte do meu irmão.

E se ele tivesse se demorado mais em algum lugar antes de seguir viagem. Se ele não tivesse seguido viagem. Se ele não tivesse desviado para a esquerda, lado onde trombou com um ônibus. E se... Talvez não...

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© 2017 por Waleska Barbosa. Orgulhosamente criado com Wix.com por Mauro Siqueira.

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