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QUEM SOU EU?

Waleska Barbosa é filha de Maria e Manoel Barbosa e tem 11 irmãos. É mãe de Morena,  6 anos. Nasceu em Campina Grande-PB,  onde cursou Comunicação Social,  na Universidade Estadual da Paraíba. Desde 2000,  mora em Brasília,  cidade que ama. É onde se apaixonou por samba,  choro,  fez amigos maravilhosos e frequenta a cena cultural. Trabalhou em jornais impressos,  organismos governamentais e não governamentais,  geralmente ligados a temas sociais. Gosta de cantar e escrever. Tem o lema: a vida é agora!

11.03.2020

As três primeiras letras da palavra Coronavírus são as mesmas que compõem a etimologia da palavra coração. Do latim cor, cordis. A semelhança acaba aí. Porque ao ser confrontado com o vírus, declarado como pandemia, o mundo tem se distanciado do sentido evocado quando...

10.03.2020

No caminho fui pensando na relação que tive com minha mãe, na infância. No que guardo desta relação e de tudo o mais – porque a minha memória não é das melhores. Fomos onze filhos e, mais tarde, doze. A tradição da época – o mais velho cuida do mais novo – foi seguida....

20.02.2020

O maior “se” que trago comigo diz respeito à morte do meu irmão.

E se ele tivesse se demorado mais em algum lugar antes de seguir viagem. Se ele não tivesse seguido viagem. Se ele não tivesse desviado para a esquerda, lado onde trombou com um ônibus. E se... Talvez não...

18.02.2020

Bem no meu início em Brasília trabalhei com o tema infância e adolescência. No Governo Federal e depois com ou em organismos internacionais, organizações não-governamentais. Participei de muitos eventos na área. Li, reli, aprendi. Tudo sobre o Estatuto. Acompanhava tod...

13.02.2020

Atrasada. A despeito de todas as tentativas contrárias. Incontida por dentro. Mas tentando não fazer das palavras um motivo de arrependimento ao longo do dia. Tentando não ver o copo meio vazio. Tentando dar àquilo o tamanho que tinha. Estava atrasada. E pronto. Para a...

04.02.2020

O encontro foi como o possível.

De longe. Pela tela. Pelo olhar demorado. Pelo silêncio repleto de escuta. Pelas palavras cheias de sentido – fossem poucas, vindas como a conta-gotas, fossem em histórias longas, inspiradas, inspiradoras.

O encontro foi como o possível.

E...

29.01.2020

São dois minutos. Mas os dez segundos acrescentados – na mudança de cidade – é que fizeram diferença.

No fio da navalha. No arame. Na corda bamba. Na mira. Em (des)equilíbrio fino. 

Ali. Parado no cruzamento. Ali parado na faixa de pedestre. Onde estaria em segurança. N...

28.01.2020

A medida era provar uma hipótese já pré-confirmada.

A de que crianças que assim o foram, crianças, em determinado período político eram mais altas do que as outras, de mesma idade, cuja infância vigorara em um tempo anterior.

Era preciso viajar. Adentrar grotões. Aceitar...

27.01.2020

Hoje é daqueles dias de paz.

De pazes.

De sentir esse raio de sol que se esgueira entre tantas nuvens. Entre tantas chuvas.

Para me iluminar por dentro.

Fazer do sol amplificador para a luz que brilha em mim.

Em dia de paz.

Em dia de pazes.

Em dia sem dúvida. Sem ausência. S...

26.01.2020

Não botei reparo na novidade. Quando entrei. Decerto assustada com a vida. A minha. Decerto atropelada com meus horários. Decerto bem na hora em que vou ao inferno – programa diário – e ainda não estava de volta.

Apontou-me com o dedo. Um berço desmontável onde dormia,...

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